ESMA proíbe Opções Binárias e restringe alavancagem nos CFDs

Entrou em vigor as novas medidas da Autoridade Europeia dos Valores Mobiliários (ESMA) para Opções Binárias e CFDs. Opções Binárias forma proíbidas. Alavancagem dos CFDs foi diminuida. Tudo sobre as alterações!

Novas regras CFDs e Opções Binárias da ESMA

Entrou em vigor a 1 de agosto de 2018 as novas medidas da Autoridade Europeia dos Valores Mobiliários e dos Mercados (ESMA), no que diz respeito ás Opções Binárias e Contratos por Diferença (CFDs) para os investidores de retalho na União Europeia.

Basicamente, com as novas medidas da ESMA as Opções Binárias foram proibidas e os limites de alavancagem nos CFDs foi diminuído, juntamente com outras medidas importantes para proteger os investidores menos experientes.

75% das contas de investidores perdem dinheiro ao negociar CFDs com esta corretora. Deves considerar se podes ou não aceitar o alto risco de perder dinheiro.

Estas são as novas regras dos CFDs com as mudanças da ESMA, que entraram em vigor a 1 de agosto de 2018:

1. Os limites de alavancagem na abertura de uma posição por um cliente não profissional de 30:1 a 2:1, que podem variar de acordo com a volatilidade do subjacente:

  • 30:1 para pares de moedas mais importantes;
  • 20:1 para pares de moedas menos importantes, ouro e índices mais relevantes;
  • 10:1 para commodities sem ser ouro e índices de ações menos relevantes;
  • 5:1 para ações individuais e outros valores de referência;
  • 2:1 para criptomoedas;

2. Uma regra de encerramento da margem por conta. Isto irá padronizar a percentagem de margem (50 % de margem mínima requerida) à qual os fornecedores devem fechar um ou mais

3. Proteção do saldo negativo por conta. Isto proporcionará um limite global garantido em perdas de clientes não profissionais;

4. Uma restrição nos incentivos oferecidos para a comercialização de CFD;

5. Um aviso de risco padronizado, incluindo a percentagem de perdas em contas de investidores de retalho de um fornecedor de CFD.

Estas medidas irão garantir uma maior proteção aos investidores em toda a União Europeia, ao assegurar um nível mínimo de proteção comum. Pela primeira vez, vai garantir que os investidores não possam perder mais dinheiro do que o que investiram, restringir a utilização de alavancagem e de incentivos, e alertar os investidores quanto a riscos.